
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Iggy Pop & Kate Pierson - "Candy" (legendado)
Uma pérola ... ou um docinho. Já agora, onde andará a Claudinha Docinho?
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Fotos
domingo, 25 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
DEOLINDA - "Fado Toninho"
A mulher da foto, aquela que faz as limpezas no Bungalow do JC e que dorme com a Tatiana, o nome dela não é DEOLINDA?
Boa malha.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
"CRIME EM LINDA-A-VELHA CITY" - CAPÍTULO 41

A pedido do J. Afonso e de milhares de leitores, aqui fica o último capítulo da 1ª temporada...
(Final da 1ª temporada)
A FELICIDADE É FEITA DE PEQUENAS COISAS
“Meu filho, a felicidade é feita de pequenas coisas:
Groucho Marx
Mui Honoráveis Capitães do Solstício de Verão
(sociedade secreta de irresponsabilidade ilimitada)
5ª Avenida
Atlantic Bel Air
Linda-a-Velha City
Panamá
Caros honoráveis capitães,
Há muito tempo que não têm notícias minhas. Estou certo de que essa vacuidade no nosso relacionamento teve efeitos nefastos no vosso bem-estar.
Afinal, não é todos os dias que têm o prazer de conviver com um agente secreto de alto gabarito, ainda por cima dotado de excelentes atributos físicos, vasta cultura e, last but not least, favorecido com um charme irresistível.
Sei que esta missiva vos vai magoar profundamente. É que, quero dizer-vos com toda a sinceridade, esta longa ausência foi por mim vivida com intensa felicidade, pois contribuiu significativamente para a recuperação da minha saúde mental e para a descoberta de uma paz interior que há muito me faltava.
Realizei que os meus honoráveis capitães não estão, nem nunca estiveram, ao nível das minhas mais básicas necessidades em termos de relacionamento humano. Embora sofisticado, eu sou um rapaz simples. Vocês sabem-no bem!
E foi escorado nesta simplicidade que vi a luz. Redescobri uma nova dimensão na minha vida, menos apegada às contingências da vida urbano-depressiva.
Finalmente estou em paz comigo e com o mundo. Descobri que a vida não é só trabalho e responsabilidade.
Deixo tais incumbências para vocês, honoráveis capitães. Sei que saberão cumprir com determinação e abnegação estes nobres desideratos.
É verdade. Reneguei os prazeres terrenos prosseguidos pelos simples mortais e encontrei o paraíso. É de lá que vos escrevo, rodeado de coisas simples, de gente despida de preconceitos e de roupas. Ah, e desfrutando da companhia da minha Tatiana.
Sim. Da Tatiana! Aquela mulher fantástica a quem vocês sempre deram o exclusivo mérito de ter um corpo escultural e uma fogosidade ímpar na cama.
Vocês nunca conseguiram ir mais além na avaliação das suas reais e intrínsecas capacidades, esquecendo mesmo o papel crucial da minha amada para a sobrevivência de Linda-a-Velha City e da perenidade da nação panamense.
Ela está viva! Não na minha memória, mas sim fisicamente. Está, aliás, neste preciso momento a contribuir para a minha paz de espírito com uma fantática massagem a quatro mãos. Ela e uma amiga…
Pois é, meus honoráveis capitães, descobri neste paraíso celeste as virtualidades da poligamia.
Depois de vários meses ligada à máquina naquele hospital de Dallas, Texas, quando eu já havia perdido quaisquer résteas de esperança no seu regresso ao mundo dos vivos, eis que a Tatiana desperta, tão boa como dantes. Um pouco mais magra, mas ainda assim suficientemente voluptuosa e activa para, logo ali, fazermos... Bem, isso agora não interessa nada!
E vocês, nem uma visitinha, nem umas flores, nem uns bombons, nem uns colares de pérolas. Nada, népia!
É verdade que a minha Tatiana não estava em condições de desfrutar dessas oferendas, mas teria sido um gesto simpático para com este vosso antigo companheiro de luta.
E sempre os podia ter oferecido à esforçada e simpática enfermeira que acompanhou o estado comatoso da Tatiana e me apoiou intensamente naquele momento difícil e com quem dei umas valentes… Isto agora também não vem ao caso.
No mínimo, esperava da vossa parte uns telefonemas com a regularidade adequada à situação.
Mas não, vocês apenas me ligaram uma vez e foi para me aconselharem a praticar o vil acto da contumácia e a desligar o exaustor. Que o caso estava perdido, que a Tatiana já era, que mesmo que viesse a acordar nunca mais seria a mesma, etc.
Não percebi o que é o estado entre a vida e a morte da Tatiana tinha a ver com uma declaração judicial para assegurar a presença do arguido no julgamento, até ao dia em que estava em cima da dita enfermeira e ela começa a gritar “oh god, you are killing me”.
E muito menos entendi o que é que o exaustor tinha a ver com o problema da Tatiana. Se a rapariga estava em coma, não podia estar assim tão exausta.
Portanto, o que vocês queriam dizer era eutanásia. EUTANÁSIA. Ouviram, seus ignorantes. E não é exaustor. É VENTILADOR. Perceberam, seus mongas?
E só para vos pôr em delírio, digo-vos que a Tatiana regressou com uma ainda maior vontade de viver e uma acrescida impetuosidade sexual.
A equipa médica nunca me conseguiu explicar as razões, mas eu acho que o ventilador estava avariado e oxigenou demasiado a Tatiana.
Por sinal, houve um dia em que eu estava embrulhado com a enfermeira… Não interessa! O que eu quero dizer é que colidimos violentamente com a máquina e, se calhar, a partir daí passou a bombear mais oxigénio que o recomendado.
Também pode ter sido o efeito da luz branca, que a Tatiana afirma ter visto enquanto estava em coma, mesmo antes de despertar.
“Parecia o Monte Branco”, disse-me ela. Mas com três estâncias, assinaladas com painéis de néon: Céu, Purgatório e Inferno. Eu sei que isto contraria tudo o que está escrito nos textos sagrados, mas quando a Tatiana passou o túnel de luz branca deram-lhe um passe que permitia a livre circulação entre as três estâncias alpinas.
Só vos digo uma coisa: se a Tatiana não se droga e andou lá mesmo pelos Alpes do Além, vocês mantenham-se vivinhos da silva, pois a “movida” daquilo não interessa nem ao menino Jesus.
A Tatiana começou por almoçar no Céu. O ambiente era minimalista, muito Mies van der Rohe, que era, aliás, o chefe de mesa. Tudo muito puro, muito espiritual. Mas, meus amigos, a comida era uma merda! Na onda “veg”. Só ervas. Nem uma barriga de freira para adoçar a boca. Álcool banido. Até a Carta das Águas era de uma pobreza franciscana. E era probido fumar!
E o serviço, meus caros? Abaixo do recomendável. Nem o Sr. Michelin, que é frequentador assíduo, moveu influências para o estabelecimento receber uma estrela… Os empregados eram muito simpáticos, mas não tinham qualquer formação em hotelaria. E depois, sempre a esvoaçar à volta das mesas, dando às asinhas, o que, diz a Tatiana, provocava uma corrente de ar do catano.
A minha amada decidiu, depois, ir jantar ao Purgatório. Uma desgraça. Estava vazio. O lema da casa, afixado em lugar bem visível, logo à entrada, citava Buda: “A virtude está no meio, no justo equilíbrio entre os extremos”. Pelos vistos, o pessoal que vive no Além prefere os extremos e está-se nas tintas para a virtude…
A Tatiana aconselhou mesmo o gerente a desenvolver alguma actividade promocional, quanto mais não fosse distribuindo uns folhetos à porta dos concorrentes Céu e Inferno.
“Não podemos”, respondeu ele. “O Patrão do Monte Branco não deixa fazer publicidade. Dantes era possível, mas houve aí uns bancos a fazer publicidade enganosa… A coisa foi tão escandalosa, que Ele devolveu os banqueiros à Terra e depois foi o que se viu, a crise do subprime…”
A Tatiana decidiu então ir abanar o capacete para o Inferno, anunciada como a discoteca mais “in” do Monte Branco. Os problemas começaram logo à porta. Uns gorilas vestidos de lycra encarnada e com tridentes não auguravam nada de bom.
Umas filas do caneco! Não tem cartão de membro? Então não entra! Não tem cá garrafa? Então desopile! Nunca saiu em nenhuma revista do “social”? Ponha-se na alheta!
A Tatiana lá conseguiu entrar, depois de muita argumentação e usando um inexistente grau de parentesco com o dono, um tal de Grande Satã.
Se pensam que aquilo por ali é um completo bacanal, enganam-se. Era só pessoal do jet-set a cair da tripeça e a snifar coca.
As instalações não viam esfregona há décadas, o cheiro da urina competia com o do perfume barato, a música era miserável. O Montez ia-se passar… E as bebidas? Tudo martelado! Até o Balvenie 21 anos! A Tatiana esteve de conversa com uma Norma Jean, que tresandava a naftalina e que era igualzinha à Marilyn.
Nesse momento, a Tatiana foi sugada por uma forte luz branca e já não se lembra de mais nada.
Esta “viagem” da Tatiana transformou-a. Não só a despertou para a vida, como a tornou algo mística.
Diz que vê coisas estranhas, tipo demónios a penetrá-la em cima de campas no cemitério, uma dominatrix a vergastá-la na cela de um convento, a já falecida mãe a dançar rumba com o finado “Che” numa igreja de Havana Velha. Por vezes, também se vê na Catedral da Luz a assistir a uma goleada do SLB ao FCP.
Meus amigos, honoráveis capitães, quero informar-vos de que a vida no paraíso é bastante dispendiosa. Eu sou agora um homem de gostos simples e frugais, mas mesmo estes custam os olhos da cara.
Espero, assim, que compreendam que me vi obrigado, na noite de ontem, a entrar à socapa na vossa mansão de Atlantic Bel Air, abrir o cofre e recuperar parte da quantia que vos havia emprestado para suportar o heróico combate contra os invasores espanhóis.
Não posso deixar de vos dizer que fiquei surpreendido com a escassez do pecúlio. Isso é que foi gastar à tripa forra, enquanto eu sofria à cabeceira da cama da minha Tatiana…
Mas têm o meu perdão. Espero que também me perdoem este meu pecadilho. De qualquer forma, o dinheiro não traz felicidade, a não ser que vivam no fantástico paraíso tropical (e fiscal) do qual vos escrevo.
Aproveitei para meter na bagagem o aprovisionamento de Balvenie, que tinham religiosamente guardado com vista a uma maior dinâmica interactiva nas vossas reuniões. Garanto-vos que é do melhor que já me passou pela goela.
Não toquei na vossa frota de ferraris e porches. Tudo tem limites e eu sei que isso vos deixaria bastante desagradados. Acima de tudo, apesar das diferenças, continuo a ser vosso amigo do peito.
Só levei uma máquina emprestada. Não me sentia bem a apanhar um táxi, tendo ali à mão aquelas bombas. Nem vocês iriam admitir uma coisa dessas. Podem recolher a viatura no aeroporto de Linda-a-Velha City. Como tenho por vocês uma enorme consideração, ainda passei numa estação de serviço, enchi o depósito e perdi algum do meu valioso tempo na lavagem automática.
Não me visitem, por favor. O regresso ao passado iria provocar-me certamente alguma tensão desnecessária. Não perturbem esta minha comunhão com a natureza. Deixem-me ser feliz neste ambiente de grande ascetismo.
Não acredito que venham atrás de mim para recuperar a massa. Apesar de boiolas, são uns tipos porreiraços. Mas nunca se sabe o que vos vai na tola, pelo que vos informo que fui às compras e adquiri um verdadeiro arsenal bélico, que estou disposto a utilizar se algum dia vos vir a cheirar por aqui.
No entanto, envio-vos uma foto do encantador paraíso onde me encontro a desfrutar desta minha nova vocação espiritual não-materialista. A rapariga da foto costuma fazer as limpezas no meu bungallow. Não tem um corpo perfeito, reconheço, mas é uma excelente profissional e não me cobra nada pelo serviço. E gosta muito da Tatiana. Costumam mesmo dormir a sesta agarradinhas uma à outra. É para que vejam que a amizade é um sentimento muito bonito.
Um forte abraço deste que se assina,
JC
PS: O segurança da vossa mansão armou-se em parvo e tive de lhe dar uma cacetada. Como o fechei no cofre, o rapaz deve estar com alguma necessidade de oxigénio. Apressem-se! Ou querem ficar com a morte do homem na consciência?
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
CROMO Nº 22

terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Sabrina - "Boys (Summertime Love)"
Esta é dedicada ao Carlos Valadas. É para cumprir uma velha promessa e fica sempre bem, mesmo em tempo de Natal. Aliás, podem-na considerar a minha prenda. FELIZ NATAL PARA TODOS.
EM KYOTO É QUE ESTÁ A DAR...
E o que é que isto tem a ver com Linda-a-Velha?
AS MINHAS SUGESTÕES DE LEITURAS PARA 2009
António Abreu:
O camarada Toni está (quase) sempre presente e organizou um dos mais memoráveis jantares de 2008, nas suas “caves”. Pena que o espaço apenas possa acolher mais um repasto – o de Janeiro. “IMPERDOÁVEL” (Patricia MacDonald).
Que os turistas continuem a comprar o seu artesanato em 2009. “ANTES QUE O GALO CANTE” (C. Pavese).
António Oliveira:
O companheiro Tonisca vai aparecendo nos jantares, sempre com grande estilo e dividido entre as actividades docente e de seguros. Uma boa leitura do “PROJECTO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES, versão simplex 27” (Ministério da Educação).
Caso se chateie com a prosa, desejo-lhe para 2009 uma forte expansão internacional da sua actividade de agente de seguros. “O NOSSO AGENTE EM HAVANA” (Graham Greene).
Armando Carvalho:
O homem da Herbalife anda sempre muito ocupado e irritantemente saudável. Para engordar um bocadinho e ficar com um peso semelhante ao dos seus companheiros de luta, proponho “EM PORTUGAL NÃO SE COME MAL” (Miguel Esteves Cardoso).
Desejos de um 2009 cheio de batidos e comprimidos. “O GRANDE GATSBY” (F. Scott Fitzgerald).
Fernando Bugalho:
É um dos poucos recordistas nas presenças nos nossos jantares. “GUINESS BOOK OF RECORDS”.
Na impossibilidade de lhe oferecer uma Suzuki amarela, desejos de que as contas batam sempre certas em 2009. “JOÃO RENDEIRO: TESTEMUNHO DE UM BANQUEIRO”.
Fernando Carreira:
Este camarada… tem dias! Tão depressa vai aos jantares, como regista longas ausências. Parece que Alcochete é longe demais. “ARQUIPÉLAGO GULAG” (Soljenitsine).
Como gosta da “festa brava” desculpa-se. “FIESTA” (Ernest Hemingway).
Fernando Pinto:
Às vezes balda-se aos jantares. Parece que vai muitas vezes a Paris. Ficaríamos preocupados se viajasse para Kabul ou Bagdad. Boas viagens para 2009. “ESPERO POR TI EM PARIS” (Diana Mendonça).
Faz questão de ser sempre o último a chegar aos jantares, conseguindo mesmo bater por uns minutos o Rui Montez. “O ÚLTIMO PAPA” (Luís Miguel Rocha).
Francisco Luz:
Definitivamente, este nosso amigo Chiquinho anda arredado das lides gastronómicas. Não há quem lhe ponha a vista em cima. “O HOMEM INVISÍVEL” (Ralph Ellison).
Um dia vais-te arrepender das ausências. “ATÉ AMANHÃ CAMARADAS” (Manuel Tiago).
João Hampton:
Encontrar o Johnny é… “UMA AGULHA NO PALHEIRO” (J. D. Salinger).
E nem sequer responde aos mails. “GUIA PRÁTICO DO CORREIO ELECTRÓNICO” (Libório Manuel Silva).
Joaquim Teixeira Rocha:
O Quincas também é assíduo e até já organizou… um jantar! E cometeu a proeza de faltar! “UMA VEZ NA VIDA” (Danielle Steel).
Como é um gajo fixe, desejos de um 2009 com tribunais mais céleres. “O PROCESSO” (Franz Kafka).
José Angeja:
O último jantar em que esteve presente foi… em Fevereiro. Talvez, quem sabe, um dia ele organize um repasto nos orientes. Mas não será fácil… “A MURALHA DA CHINA” (Max Frisch).
Pelo menos, sabemos que o aeroporto de Macau está em boas mãos. “ASSALTO AO AEROPORTO” (Walter Wager).
Manuel Fiúza:
Outro amigo por vezes ausente dos jantares. Diz que é por causa do trabalho… “APRENDA A VIVER SEM STRESS” (José Micard Teixeira).
Quando comparece é uma boa companhia, mas estraga tudo por ser “lagarto”. “O VOO DA ÁGUIA” (Ken Follet).
Manuel Silva:
Desaparece em combate com grande frequência. “ONDE ESTÁ WALLY” (Martin Handford). Entre um jantar da malta e uma derrota da nossa Selecção, prefere – que escândalo – o pessoal da bola. “O BOSQUE DAS ILUSÕES PERDIDAS” (Alain Fournier).
Miguel Fernandes:
Trata-se de uma “aquisição” recente e bem-vinda. “O ADMIRÁVEL MUNDO NOVO” (Aldous Husley).
O problema é que também anda a falhar os jantares. Junta-te mais umas vezes à tribo satânica em 2009. Temos sempre lugar para ti. “O ADVOGADO DO DIABO” (Morris West).
Miguel Sancho:
Já nem me lembro do último jantar em que esteve presente. Está a falhar de uma forma escandalosa. “SEM PERDÃO” (Ruth Rendell).
A crer nas suas justificações, anda sempre a voar, sabe-se lá por onde… Acreditamos? “O ESTRANGEIRO” (Albert Camus).
Rui Andrade:
O Bolinhas também prima pela assiduidade, mas não gosta de restaurantes para fumadores. “FUMO. DEIXAR DE FUMAR É LIXADO” (Pedro Rolo Duarte).
Desejos de que continue a chatear a malta para os jantares mensais, mantendo-se como organizador “premium”. “O PADRINHO” (Mário Puzo).
Rui Montez:
Um quase totalista nos nossos jantares. Pena que seja bastante retardatário… “DEUS NUNCA CHEGA ATRASADO, NEM CEDO DEMAIS” (Ian Graham).
Mas compensa com os seus dedos de ouro como “tocador de música”.“GOLDFINGER” (Ian Fleming).
Tó Ride:
Lá vai dando um arzinho da sua graça nos jantares, sobretudo quando são em Linda-a-Velha. Porque quando são marcados para o “estrangeiro”, tem sempre alguém na família a fazer anos… “O BODE EXPIATÓRIO” (Raymond Chandler).
Um 2009 cheio de comunicações fixas e, principalmente, móveis. “CHAMADA PARA O MORTO” (John Le Carré).
Tó Vasconcelos:
Um jovem sempre presente nos jantares. Por isso, os desejos de que venda muitos bólides em 2009. “PELA ESTRADA FORA” (Jack Kerouac).
Tem um “handicap”: é muito novo! “JUVENTUDE INQUIETA” (S. E. Hinton).
Zé Vasconcelos:
Este rapaz anda a baldar-se indecentemente aos jantares. Podes vir, estás perdoado! “POR QUEM OS SINOS DOBRAM” (Ernest Hemingway).
E, quando aparece, desatina com a escolha dos vinhos. “AS VINHAS DA IRA” (John Steinbeck).
Zeferino:
Prometia muito, mas falhou demasiado. Só compareceu a um jantar… “O PAGADOR DE PROMESSAS” (Dias Gomes).
O que lhe vale é a veia literária erótica “non-sense”.“ANTOLOGIA DA POESIA PORTUGUESA ERÓTICA E SATÍRICA” (Natália Correia)
domingo, 21 de dezembro de 2008
Western Spaghetti by PES
Já que estamos a falar em comida, aqui deixo uma receita de Spaghetti, com grande qualidade.
Foi eleito um dos dez melhores vídeos do You Tube pela revista "Time", Americana.
Gato Fedorento - "Vou Preparar o Natal na Minha BIMBY"
Já que estamos numa de mensagens de Natal, deixo-vos aqui a dos Gatos. Pode ser que, pelo menos façam o meu Natal mais feliz: é que a minha "patroa" vende Bimby´s. Caso não possuam já uma, se quiserem saber o que é uma Bimby é só dizer, têm uma demo de borla em vossa casa e ainda ficam com o jantar e o almoço do dia seguinte confecionados.O que, nos dias que correm, já não é nada mau!
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Cabo Verde
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Salvem os ricos (contemporâneos)
ELEITO O MELHOR VIDEO PORTUGUÊS DO ANO (Blasfémias)










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